Meu grande tesouro perdido,
Entre os vincos dos dedos que me foi escondido,
De nossa paixão tão estranha nunca falecida,
De teus olhos castanhos a memória jamais esquecida,
Olhar de meu áureo guardião tão doce agora cheio de solidão.
Que faço eu diante de tal situação?
Sem perder as memórias dessa tua paixão,
Com teu pelo d’ouro que recorda-me o fervente verão de minh’alma.
Te tinha e perdi-te
E esta minha agonia não cessar irá
Desejo novamente
Estar ao seu lado.
Talvez tu seja apenas um de meus amores alados...
C.K
