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quinta-feira, 28 de abril de 2011

This is my mind now

Destroços,

Por onde quer que se olhe.

Atrozes,

Em toda esta visão,

Horrenda é minha caminhada.

Algozes

Martírio do incorreto.

Incerteza de meu incompleto.

Complexidade de meu âmago que perece.

Num pesadelo sonhado por anjos,

Luminosidade que se expande,

Extingue-se ela sufocada pelo atroz.

Profundo,

Dentro de mim.

Bem lá no fundo,

Mora somente a dor,

Aflição de meu amor que faço-lhe sofrer.

Perdoai-me...

Perdoai-me irá.

Para que eu possa finalmente descansar,

Para que talvez eu possa correr,

Quem sabe, voar?

Apenas finca-me a lamina de tua paixão.

Mata-me... Mata-me em meu eterno rumo a solidão.

Neste corpo resta apenas,

Um interior apodrecido,

Pelos vermes do mundo carcomido.

Dá-me o novo,

Dê-me isto, meu Senhor.

Não prenda-me neste rumo ao abismo.

Tira-me da jaula,

Por favor... Por favor meu Senhor.

Tira-me desta jaula,

Que me prende em minha aflição.

Me acalma... Por favor, me acalma.

Deixe que tua espada beba o sangue negro de meu interior,

Para eu poder descansar,

Por favor... Meu Senhor.

Anjo da Cura,

Meu eterno amor.

C.K.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

"Words can kill"



Escrevo de forma singular, pois eu sou singular ao mundo.

Minhas palavras são frágeis, pois eu sou frágil.

Nelas há milhões de sentimentos, pois em meu âmago eles florescem.

E em minha escrita há dor, pois eu vivencio ela.

Assim como em minhas palavras estou sempre pisando na linha da morte,

Contemplando um mundo que não existe,

Apenas em meus sonhos,

Tão terríveis e medonhos,

Ultrapassando a linha da vida e da imaginação.

Eu caminho em uma estrada sem destino.

Teu nome é morte,

A estrada do caminho finito.

Que acalma minhas dores e amores para sempre.

Do ódio e amor, que combatem valentes,

Em meu corpo,

Sobre minha casca-tênue...

Há palavras,

Milhares que já foram ditas

Em algum lugar de minha mórbida vida.

Aquela voz que tanto me chamou,

Se foi para eternidade.

E somente agora, posso eu descansar em paz.

O diferencial que caminha junto a mim,

Nessa triste jornada,

Onde eu desfaleço eternamente,

E no meu corpo só restam palavras.

sábado, 9 de abril de 2011

Desculpa-me?Então, apenas mande um sinal de luz.




Sinto saudade de ti,
E igual a esta não sentiria de ninguém,
Pois tu não foste um amor,
E sim parte de mim.




Você disse que iria me tirar daquele local escuro. Porém tu não agüentou, e largou minha mão para que eu caísse eternamente naquele poço profundo. Eu queria teu bem, te proteger, mesmo que este não fosse seu desejo, mesmo que tu não necessitasse de minha proteção... Esta foi minha maneira de mostrar, o quanto eu amava você. Pode achar que é mentira, até hoje, depois de tantas brigas... Eu realmente fui a pessoa que mais queria te proteger e mais te fiz mal. Por que isso ocorreu? Realmente não sei. Mas eu posso dizer que, eu sempre vou desejar seu bem, mesmo que não se importe mais comigo. E se tu se importar, peço que diga, ao menos uma vez, poderei eu morrer feliz, sabendo que ainda tenho tua presença ao meu lado.


Sem você, vago apenas como um anjo solitário.


C.K


O Bardo e a Princesa monstro.

video
by C.K

Havia uma princesa, ela era jovem e bonita.

Era branca como a neve,

Radiante como o sol.

Seu cabelo era escuro como a noite,

Liso e suave como a seda...

A princesa se escondia do mundo,

Ela estava sempre preocupada com seu aprendizado,

A princesa era um monstro.

E havia um bardo,

Um jovem trovador,

Que cantava para todos nas ruas, nos bares.

O poeta era louro e estava sempre alegre.

As garotas sempre atrás dele,

Mas o jovem não se importava,

Pois a única moça que encantava seus olhos claros era a princesa,

A princesa monstruosa.

O bardo não podia controlar o sentimento que nascia pela princesa,

Pois aquilo vinha de seu coração.

E ressoava em sua canção.

Mas a princesa não podia controlar sua outra face não-tão-bela.

Assim, quando ela finalmente apaixonou-se pelo bardo,

E descongelou seu coração,

A princesa o devorou.

by C.K

“O Bardo e a Princesa monstro” é um pequeno poema feito a partir dos fatos decorrentes no livro “Vampire Empire II – Revolução Francesa”.

O poema conta a historia dos personagens Katherine, uma vampira e de Fernand Louis, um humano que se apaixona perdidamente pela menina e apesar de ela ser um tanto estranha e de não falar um “A” sobre sua família, ele releva os fatos por estar encantado não só com sua beleza exótica mas também com sua personalidade tão tímida e ao mesmo tempo intensa.

No livro, o assunto é tratado com grande seriedade, o que dá à historia um grande conteúdo que persiste até o meio do terceiro livro da série.

Musica: Rule of Rose OST


Vampire Empire II - Revolução Francesa - G.F. Freitas; A.L. Savioli

Vampire Empire

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